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Bolsa Família terá aumento de 15% a partir de outubro; veja novo valor

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou, nesta quinta-feira (17), um reajuste no valor mínimo do Bolsa Família. O piso pago às famílias beneficiárias passará dos atuais R$ 600 para R$ 691 a partir da folha de outubro.

O aumento é de 15,04% e, segundo o governo federal, corresponde à reposição da inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) desde a reformulação do programa, em 2023, até agosto deste ano.

De acordo com Lula, a medida tem como objetivo “recompor a inflação e proteger o poder de compra das famílias brasileiras”.

O reajuste foi anunciado a 17 dias do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro. Lula é candidato à reeleição.

Segundo informações divulgadas pelo governo, o impacto adicional do aumento será de aproximadamente R$ 5,8 bilhões em 2026, considerando os pagamentos a partir de outubro. Para 2027, a estimativa da equipe econômica é de cerca de R$ 22 bilhões adicionais.

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o governo identificou espaço fiscal para o reajuste e que a proposta orçamentária de 2027 será ajustada para incorporar o novo valor.

Bolsa Família atende 19,29 milhões de famílias

Antes da aplicação do reajuste, o Bolsa Família atende, em setembro, 19,29 milhões de famílias em todo o país. O valor médio efetivamente recebido neste mês é de R$ 678,18, já considerando os adicionais previstos de acordo com a composição de cada família.

Com o reajuste anunciado nesta quinta-feira, o piso de R$ 600 passará para R$ 691. Informações divulgadas após o anúncio também indicam que o benefício médio deverá passar de cerca de R$ 675 para R$ 777 a partir da aplicação dos novos valores.

O Bolsa Família é destinado a famílias inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) que se enquadrem nos critérios estabelecidos pelo programa. Atualmente, a regra de entrada estabelece renda mensal de até R$ 218 por pessoa da família. A inclusão, entretanto, não ocorre automaticamente após a inscrição no CadÚnico e depende da análise do governo federal.

Além do valor mínimo familiar, o programa possui adicionais relacionados à composição do domicílio. Pelas regras vigentes antes do reajuste, são pagos R$ 150 adicionais por criança de zero a seis anos e R$ 50 para gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de sete a 17 anos.

Para permanecer no programa, as famílias também precisam manter os dados do Cadastro Único atualizados e cumprir compromissos nas áreas de saúde e educação, como frequência escolar, acompanhamento da vacinação das crianças e pré-natal das gestantes.

Regra de Proteção

O Bolsa Família conta ainda com a chamada Regra de Proteção, voltada a beneficiários que registram aumento da renda familiar. Pelas regras atuais, famílias que ultrapassam o limite de R$ 218 por pessoa podem, em determinadas situações, continuar recebendo 50% do benefício por até 18 meses, desde que a renda mensal por integrante não ultrapasse R$ 706.

O mecanismo busca evitar o desligamento imediato do programa quando um integrante da família consegue emprego ou outra fonte de renda.

Pagamentos de setembro já começaram

Enquanto o reajuste será aplicado a partir de outubro, o calendário referente a setembro começou nesta quinta-feira (17), para beneficiários com NIS terminado em 1.

Os pagamentos seguem até 30 de setembro, de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Em outubro, mês em que o novo piso de R$ 691 começa a valer, os depósitos estão previstos entre os dias 19 e 30.

A situação do benefício, o valor liberado e as datas de pagamento podem ser consultados pelos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem. Informações também são disponibilizadas pelo Disque Social 121, do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, e pela Central de Atendimento da Caixa, no telefone 111.

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Calendário do Bolsa Família de setembro começa esta semana; veja datas de pagamento

Os pagamentos do Bolsa Família referentes ao mês de setembro de 2026 começam nesta quinta-feira (17). O calendário será aberto pelos beneficiários com Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1 e seguirá de forma escalonada até o dia 30 de setembro, quando recebem as famílias com NIS final 0.

O cronograma segue o modelo adotado pelo programa, com os depósitos distribuídos de acordo com o último dígito do NIS do responsável familiar. O valor mínimo do Bolsa Família é de R$ 600 por família, podendo aumentar conforme a composição familiar e os benefícios adicionais aos quais cada grupo tem direito.

Calendário do Bolsa Família de setembro de 2026

Confira as datas de pagamento de acordo com o final do NIS:

  • NIS final 1: 17 de setembro;
  • NIS final 2: 18 de setembro;
  • NIS final 3: 21 de setembro;
  • NIS final 4: 22 de setembro;
  • NIS final 5: 23 de setembro;
  • NIS final 6: 24 de setembro;
  • NIS final 7: 25 de setembro;
  • NIS final 8: 28 de setembro;
  • NIS final 9: 29 de setembro;
  • NIS final 0: 30 de setembro.

Para saber a data correta do pagamento, o beneficiário deve observar o último algarismo do NIS.

Em municípios que estejam em situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecidos pelo Governo Federal, o calendário pode ser unificado, permitindo que as famílias contempladas recebam o benefício no primeiro dia dos pagamentos, independentemente do final do NIS.

Qual o valor do Bolsa Família?

O Bolsa Família garante um valor mínimo de R$ 600 por família. O total, entretanto, pode ser maior conforme a quantidade e o perfil dos integrantes da residência.

Entre os adicionais está o Benefício Primeira Infância, de R$ 150 por criança de até 6 anos incompletos. Há ainda o Benefício Variável Familiar, de R$ 50, destinado a gestantes, nutrizes e crianças e adolescentes de 7 a 18 anos incompletos.

Dessa forma, duas famílias com o mesmo número de integrantes podem receber valores diferentes, dependendo da idade e das características dos moradores.

Quem tem direito ao Bolsa Família?

A principal regra para ingressar no Bolsa Família é ter renda mensal de até R$ 218 por pessoa da família. Para calcular a renda por pessoa, é necessário somar os rendimentos dos integrantes da residência e dividir o resultado pelo número de moradores.

Além de atender ao critério de renda, a família deve estar inscrita no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A inscrição, entretanto, não significa entrada automática no Bolsa Família.

Para permanecer no programa, as famílias também precisam cumprir compromissos relacionados à saúde e à educação, como manter a vacinação das crianças em dia, garantir a frequência escolar de crianças e adolescentes e realizar o acompanhamento pré-natal das gestantes.

Quem atende aos critérios, mas ainda não está inscrito no CadÚnico, pode procurar o Centro de Referência de Assistência Social (Cras) responsável pela região onde mora.

Como consultar e movimentar o benefício

Os beneficiários podem consultar informações sobre o pagamento pelos canais digitais do programa e da Caixa Econômica Federal. Pelo aplicativo Caixa Tem, é possível verificar o saldo e movimentar os recursos, inclusive para pagamentos e transferências.

O dinheiro também pode ser sacado nos canais disponibilizados pela Caixa, como caixas eletrônicos, casas lotéricas e correspondentes Caixa Aqui.

Caso o beneficiário não retire o dinheiro exatamente na data prevista no calendário, o valor não é perdido e permanece disponível para movimentação.

Próximos pagamentos em 2026

Depois da parcela de setembro, o calendário do Bolsa Família seguirá até dezembro. Os pagamentos de outubro estão previstos entre os dias 19 e 30, enquanto os de novembro ocorrerão na segunda quinzena do mês. Em dezembro, o cronograma será antecipado para que os repasses sejam concluídos antes do Natal.

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Bolsa Família inicia pagamentos de agosto; veja calendário

O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de agosto começa nesta terça-feira (18) e segue até o dia 31. A liberação dos valores ocorre de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS) do beneficiário.

Neste mês, o programa atende 19,28 milhões de famílias, com benefício médio de R$ 678,35. O Cadastro Único para Programas Sociais é utilizado para reunir informações socioeconômicas e identificar as famílias elegíveis ao programa.

Em agosto, 186 municípios terão o pagamento unificado no primeiro dia do calendário devido a medidas destinadas a localidades afetadas por secas, enchentes, inundações e outros eventos climáticos extremos. A antecipação contempla 940,7 mil famílias.

Os municípios estão distribuídos entre Rio Grande do Norte (122), Paraíba (31), Bahia (15), Roraima (6), Paraná (5), Sergipe (4) e Amazonas (3).

Benefícios adicionais

Entre os benefícios previstos no Bolsa Família, 8,36 milhões de crianças de zero a seis anos recebem neste mês o Benefício Primeira Infância, com adicional de R$ 150 por integrante nessa faixa etária.

O programa também paga adicionais de R$ 50 para 14,34 milhões de crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 699,57 mil gestantes e 379 mil nutrizes.

O Bolsa Família ainda contempla grupos específicos, incluindo famílias com pessoas em situação de rua, indígenas, quilombolas, crianças em situação de trabalho infantil, pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e catadores de materiais recicláveis.

Regra de Proteção

A Regra de Proteção permite que famílias que aumentaram a renda após conseguir emprego com carteira assinada ou outra fonte de rendimento permaneçam no programa por até um ano. Durante esse período, o benefício corresponde a 50% do valor anteriormente recebido.

Em agosto, 2,15 milhões de famílias estão enquadradas nessa regra.

Calendário do Bolsa Família de agosto

Final do NISData de pagamento
118/8
219/8
320/8
421/8
524/8
625/8
726/8
827/8
928/8
031/8

Entre os responsáveis familiares atendidos pelo programa, 16,12 milhões são mulheres, o equivalente a 83,5% do total.

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Caixa inicia pagamento do Bolsa Família de julho nesta segunda; veja calendário

A Caixa Econômica Federal inicia nesta segunda-feira (20) o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de julho de 2026. O repasse segue o calendário oficial do programa, definido conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) dos beneficiários.

As famílias que recebem o benefício por meio do aplicativo Caixa Tem podem movimentar os valores diretamente pelo celular, sem a necessidade de comparecimento a uma agência bancária.

Neste mês, alguns beneficiários terão o pagamento antecipado. O crédito será liberado no primeiro dia do calendário, independentemente do número do NIS, para moradores de municípios de seis estados que tiveram decretos de emergência em razão de eventos climáticos.

A antecipação contempla cidades dos estados do Amazonas, Paraíba, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima e Sergipe. A relação completa dos municípios beneficiados está disponível nos canais oficiais do programa.

Calendário do Bolsa Família de julho

NISPagamento
120/7
221/7
322/7
423/7
524/7
627/7
728/7
829/7
930/7
031/7

Como movimentar o benefício

A Caixa orienta que os beneficiários utilizem preferencialmente o aplicativo Caixa Tem para consultar e movimentar os recursos. Pelo app, é possível realizar pagamentos, transferências e outras operações financeiras.

Também é possível utilizar o cartão do Bolsa Família para compras em estabelecimentos comerciais, por meio da função débito. Os saques podem ser feitos em casas lotéricas, correspondentes Caixa Aqui e agências da Caixa.

Nos terminais de autoatendimento, o saque pode ser realizado sem cartão, desde que o beneficiário tenha a identificação biométrica cadastrada previamente.

Mais informações sobre o calendário de pagamentos e o funcionamento do benefício podem ser consultadas nos canais oficiais da Caixa Econômica Federal.

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Bolsa Família de junho começa a ser pago para 19 milhões de famílias; veja calendário

O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho começa nesta quarta-feira (17) para cerca de 19,3 milhões de famílias em todo o Brasil. De acordo com o Governo Federal, serão destinados R$ 13,08 bilhões ao programa neste mês, com benefício médio de R$ 677,66 por família.

Os depósitos seguem o calendário escalonado conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) e serão realizados até o dia 30 de junho.

Calendário de pagamentos de junho

Final do NISData de pagamento
117/06
218/06
319/06
422/06
523/06
624/06
725/06
826/06
929/06
030/06

Além do calendário regular, moradores de 207 municípios afetados por situações de emergência ou calamidade pública receberão o benefício de forma antecipada, no primeiro dia de pagamento. A medida contempla cidades dos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Roraima, Sergipe, Amazonas e Rio de Janeiro.

Benefícios complementares

O programa mantém os adicionais destinados a grupos específicos. Neste mês, cerca de 8,44 milhões de crianças de até seis anos recebem o Benefício Primeira Infância, que acrescenta R$ 150 por criança ao valor do benefício familiar. O investimento nessa modalidade é de R$ 1,19 bilhão.

Também serão pagos adicionais de R$ 50 para 14,35 milhões de crianças e adolescentes entre sete e 18 anos, além de 670,1 mil gestantes e 339,7 mil nutrizes. O investimento supera R$ 706,7 milhões.

Público atendido

Segundo o Governo Federal, o Bolsa Família alcança ainda grupos prioritários, incluindo:

  • 282,7 mil famílias com pessoas em situação de rua;
  • 258,9 mil famílias indígenas;
  • 302,8 mil famílias quilombolas;
  • 3,2 mil famílias com crianças em situação de trabalho infantil;
  • 56,3 mil famílias com pessoas resgatadas de trabalho análogo à escravidão;
  • 423,4 mil famílias de catadores de material reciclável.

Entre os responsáveis familiares atendidos, 16,22 milhões são mulheres, o equivalente a 84% do total. O governo informa ainda que 36,66 milhões de beneficiários se autodeclaram pretos ou pardos no Cadastro Único, representando 73,2% do público atendido.

Regra de Proteção

Criada na reformulação do programa, a Regra de Proteção permite que famílias permaneçam recebendo parte do benefício por até um ano após aumento da renda ou ingresso no mercado formal de trabalho. Nesses casos, o pagamento corresponde a 50% do valor a que a família teria direito.

Em junho, a medida beneficia 2,26 milhões de famílias, com investimento de R$ 832,1 milhões.

Distribuição por regiões

O Nordeste concentra o maior número de famílias beneficiadas em junho, com 8,97 milhões de contemplados e investimento de R$ 6,03 bilhões. Em seguida aparecem:

  • Sudeste: 5,50 milhões de famílias;
  • Norte: 2,49 milhões;
  • Sul: 1,32 milhão;
  • Centro-Oeste: 1,03 milhão.

Entre os estados, a Bahia lidera em número de beneficiários, com 2,38 milhões de famílias. São Paulo aparece em seguida, com 2,31 milhões de contemplados.

Já o maior valor médio de benefício é registrado em Roraima, onde as famílias recebem, em média, R$ 735,66. Amazonas, Acre, Amapá e Pará completam a lista dos estados com maiores médias de pagamento.

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Bolsa Família de Maio/2026: veja o calendário de pagamento deste mês

O pagamento do Bolsa Família referente ao mês de maio de 2026 já tem calendário definido pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social. Os repasses seguem o cronograma tradicional, organizado de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.

Os depósitos são realizados pela Caixa Econômica Federal, responsável pela operacionalização do programa, e ocorrem sempre em dias úteis.

Calendário do Bolsa Família – Maio de 2026

Confira as datas de pagamento conforme o final do NIS:

  • Final 1: 18 de maio
  • Final 2: 19 de maio
  • Final 3: 20 de maio
  • Final 4: 21 de maio
  • Final 5: 22 de maio
  • Final 6: 25 de maio
  • Final 7: 26 de maio
  • Final 8: 27 de maio
  • Final 9: 28 de maio
  • Final 0: 29 de maio

Os valores ficam disponíveis para movimentação pelo aplicativo Caixa Tem, que permite pagar contas, fazer transferências e compras sem a necessidade de ir até uma agência.

Quem tem direito ao benefício

O Bolsa Família é destinado a famílias em situação de pobreza e extrema pobreza, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico). Para receber, é necessário atender aos critérios de renda estabelecidos pelo governo federal e manter os dados atualizados.

Além da renda, o programa exige o cumprimento de compromissos nas áreas de saúde e educação, como frequência escolar de crianças e adolescentes e acompanhamento pré-natal para gestantes.

Valores e adicionais

O valor mínimo do benefício é de R$ 600 por família, podendo ser maior conforme a composição familiar. Há adicionais previstos, como:

  • R$ 150 por criança de até 6 anos
  • R$ 50 para crianças e adolescentes de 7 a 18 anos
  • R$ 50 para gestantes

O pagamento é feito mensalmente e pode ser sacado em agências da Caixa, casas lotéricas ou movimentado digitalmente.

Beneficiários podem consultar informações detalhadas sobre valores e datas por meio do aplicativo Bolsa Família ou pelo telefone 111 da Caixa.

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Beneficiários de programas sociais têm até dezembro para fazer biometria e evitar bloqueio

Pessoas inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e elegíveis ao Bolsa Família devem ficar atentas a uma nova exigência: o cadastramento biométrico passará a ser obrigatório para a concessão, manutenção e renovação do benefício. O prazo para regularização vai até 31 de dezembro de 2026.

A medida foi oficializada por meio de portaria conjunta publicada no Diário Oficial da União na última semana e também se estende a quem pretende solicitar outros benefícios sociais e trabalhistas, como salário-maternidade, auxílio por incapacidade, pensão por morte, seguro-desemprego e abono salarial.

O que muda na prática

A partir da nova regra, os dados biométricos — como digitais e foto — passam a ser utilizados para confirmar a identidade dos beneficiários, com o objetivo de aumentar a segurança do sistema e evitar fraudes.

Quem já possui biometria cadastrada em bases oficiais, como Justiça Eleitoral, carteira de habilitação ou passaporte, não precisa se preocupar neste momento. Nesses casos, a exigência da nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) só passa a valer a partir de janeiro de 2028.

Já para quem ainda não tem nenhum registro biométrico, será necessário emitir a CIN até 31 de dezembro de 2027, garantindo assim a continuidade do acesso aos benefícios.

Como fazer o cadastro biométrico

O procedimento está vinculado à emissão da nova Carteira de Identidade Nacional. O cidadão deve:

  • Acessar o site oficial do seu estado para agendamento;
  • Comparecer no dia marcado com certidão de nascimento ou casamento;
  • Realizar a coleta de dados biométricos.

A primeira via do documento é gratuita na versão em papel. Segundo o governo federal, mais de 52 milhões de CINs já foram emitidas no país.

Quem está dispensado

A portaria prevê exceções para pessoas que não conseguem se deslocar por motivos de saúde ou deficiência por período superior a 30 dias. Nesses casos, será necessário apresentar um atestado médico que comprove a condição.

No entanto, a regularização poderá ser exigida posteriormente, e o benefício pode ficar temporariamente bloqueado até que a situação seja resolvida.

Objetivo da medida

De acordo com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, a inclusão da biometria busca melhorar o controle dos programas sociais e garantir que os recursos cheguem corretamente às famílias que realmente precisam.

A pasta também afirma que os procedimentos serão implementados de forma gradual, com divulgação antecipada dos prazos e orientações, para evitar que beneficiários fiquem sem atendimento.

Alerta importante

Mesmo com prazo longo, a recomendação é não deixar para a última hora. A falta de cadastro biométrico dentro do período estabelecido pode levar à suspensão ou bloqueio de pagamentos.

A nova regra impacta milhões de brasileiros e deve gerar alta procura por emissão da nova identidade nos próximos meses — especialmente entre famílias que dependem diretamente dos benefícios sociais.

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Bolsa Família de março começa dia 18: confira o calendário completo de pagamentos

Os repasses do Bolsa Família referentes ao mês de março de 2026 começam no dia 18. O pagamento será realizado de forma escalonada, seguindo o número final do NIS (Número de Identificação Social) de cada beneficiário.

O cronograma se estende até o dia 31 de março e mantém o modelo tradicional do programa, no qual os depósitos são feitos nos últimos dias úteis do mês.

Quem recebe primeiro

As primeiras famílias a terem o benefício liberado são aquelas cujo NIS termina em 1. A partir daí, os pagamentos seguem uma sequência diária até alcançar os beneficiários com final 0.

Veja como fica o calendário de março:

  • NIS final 1 – 18 de março
  • NIS final 2 – 19 de março
  • NIS final 3 – 20 de março
  • NIS final 4 – 23 de março
  • NIS final 5 – 24 de março
  • NIS final 6 – 25 de março
  • NIS final 7 – 26 de março
  • NIS final 8 – 27 de março
  • NIS final 9 – 30 de março
  • NIS final 0 – 31 de março

Mais de 20 milhões de famílias atendidas

O programa de transferência de renda atende cerca de 21 milhões de famílias em situação de vulnerabilidade social em todo o país. Os valores são depositados pela Caixa Econômica Federal e podem ser movimentados por meio do aplicativo Caixa Tem, além de saques em agências, lotéricas e correspondentes bancários.

Valores pagos pelo programa

O benefício é composto por diferentes parcelas, dependendo da composição familiar. Existe um valor mínimo garantido de R$ 600 por família, além de adicionais destinados a crianças, gestantes e adolescentes.

Entre os benefícios complementares estão:

  • R$ 150 para cada criança de até 6 anos
  • R$ 50 para gestantes
  • R$ 50 para jovens entre 7 e 18 anos
  • R$ 50 para bebês de até seis meses

Atualização do CadÚnico é essencial

Para continuar recebendo o benefício, o governo orienta que as famílias mantenham os dados atualizados no Cadastro Único. A recomendação é que a atualização seja feita pelo menos a cada dois anos ou sempre que houver mudança na renda, endereço ou composição familiar.

Com o calendário definido, os beneficiários já podem consultar a data de pagamento correspondente ao final do NIS e se organizar para o recebimento do valor no mês de março.

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Calendário de Pagamento: Bolsa Família Libera Parcela de Fevereiro para NIS Final 4

Nesta quinta-feira (19), a Caixa Econômica Federal realiza o depósito da parcela de fevereiro do programa Bolsa Família para os beneficiários cujo Número de Inscrição Social (NIS) termina em 4. A medida faz parte da sequência de pagamentos programada para este mês.

O benefício tem valor base de R$ 600, mas com os adicionais previstos em lei, como os destinados a gestantes, nutrizes e famílias com crianças ou adolescentes, a média do benefício pago fica em cerca de R$ 690,01. Este valor mais alto reflete as somas extras que beneficiários fazem jus de acordo com a composição familiar.

Segundo estimativas do governo, o programa vai alcançar aproximadamente 18,84 milhões de famílias em fevereiro, com um investimento total que gira em torno de R$ 13 bilhões.

Os depósitos do Bolsa Família, como regra geral, acontecem nos últimos dias úteis de cada mês e seguem um calendário baseado no último dígito do NIS. Pelo cronograma oficial, a cada dia útil um grupo diferente recebe o crédito.

Os beneficiários podem consultar o valor liberado, a composição do benefício e outras informações no aplicativo Caixa Tem, onde a movimentação do benefício é feita de forma digital.

A liberação de recursos também segue uma prática de pagamentos unificados em determinados municípios, em que beneficiários recebem o crédito independentemente do NIS em situações específicas, conforme definido pelos órgãos responsáveis.

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Bolsa Família injeta R$ 1,53 bilhão em São Paulo e atende 2,2 milhões de famílias em fevereiro

O Bolsa Família contempla, neste mês de fevereiro, 2,2 milhões de famílias distribuídas pelos 645 municípios do estado de São Paulo. O volume de recursos destinados ao estado ultrapassa R$ 1,53 bilhão, garantindo um benefício médio de R$ 692,39 por família. Os pagamentos começam no dia 12 e seguem até 27 de fevereiro, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS).

Benefícios adicionais para crianças e gestantes

Entre os adicionais previstos no programa está o Benefício Primeira Infância, que assegura R$ 150 extras por criança de até seis anos. Em São Paulo, 1,1 milhão de crianças nessa faixa etária recebem o complemento, com investimento estadual de R$ 158,7 milhões.

Há ainda repasses adicionais de R$ 50 destinados a 75 mil gestantes, 34,3 mil nutrizes e 1,7 milhão de crianças e adolescentes entre sete e 18 anos no estado. Para esses grupos, o aporte financeiro supera R$ 87,6 milhões.

Públicos prioritários

O programa também contempla famílias em situações específicas de vulnerabilidade. Em São Paulo, são 104,8 mil famílias com pessoas em situação de rua, 3,1 mil com indígenas, 1,4 mil com quilombolas, 356 com crianças em situação de trabalho infantil, 5,2 mil com pessoas resgatadas de trabalho análogo ao escravo e 82,4 mil com catadores de materiais recicláveis.

Municípios com maior número de beneficiários

A capital paulista lidera em número de famílias atendidas, com 638,9 mil beneficiários. Na sequência aparecem Guarulhos (100.608), Campinas (52.162), Itaquaquecetuba (35.091) e Santo André (34.260).

Em relação ao valor médio do benefício, Atibaia registra o maior índice no estado, com R$ 778,25 por família. Guaratinguetá (R$ 774,01), São Vicente (R$ 766,61), Americana (R$ 759,45) e Caçapava (R$ 758,18) também figuram entre os maiores valores médios.

Panorama nacional: 18,8 milhões de famílias atendidas

Em todo o país, o Bolsa Família alcança 18,84 milhões de famílias em fevereiro, com investimento total de R$ 13 bilhões e benefício médio de R$ 690,01. O Nordeste concentra o maior número de atendidos, com 8,79 milhões de famílias. Em seguida estão Sudeste (5,33 milhões), Norte (2,43 milhões), Sul (1,27 milhão) e Centro-Oeste (991,6 mil).

Entre os estados, a Bahia apresenta o maior número de beneficiários, com 2,3 milhões de famílias. São Paulo aparece na sequência, com 2,2 milhões. Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pará e Maranhão também superam a marca de um milhão de famílias atendidas.

Roraima registra o maior valor médio de benefício no país, com R$ 743,97.

Regra de proteção

O programa mantém a chamada Regra de Proteção, que permite às famílias permanecerem no Bolsa Família por até um ano após aumento de renda formal, recebendo 50% do valor do benefício. Em fevereiro, 2,51 milhões de famílias estão enquadradas nesse mecanismo.

No perfil dos responsáveis familiares, as mulheres representam 84,38% dos titulares, o equivalente a 15,8 milhões de pessoas. A maior parte dos beneficiários é composta por pessoas pretas e pardas, que somam 36,1 milhões em todo o país.